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O pensamento computacional entrou na BNCC. O problema nunca foi o currículo — é segurar a atenção do aluno enquanto ele aprende a pensar como programador. O DevQuest transforma isso num RPG que ele joga por vontade própria.
Não é um piloto. É conteúdo publicado, validado por suíte automatizada a cada build — todo desafio de código roda contra seus próprios casos de teste antes de ir pro ar.
Capturas do jogo rodando, sem maquiagem de apresentação. É isso que a turma vê.
O aluno abre o navegador e joga. O conteúdo se explica sozinho — não exige que o professor domine programação.
Seis trilhas nomeadas como a carreira real de quem programa: SDE I (Júnior) até SDE VI (Lead). O aluno vê pra onde está indo, não uma lista de tópicos soltos.
Em 195 fases o aluno escreve ou completa código de verdade. O jogo executa e corrige na hora — ninguém fica esperando o professor olhar máquina por máquina.
73 fases são de teoria guiada e 56 de quiz, sempre antes da parte prática. Aluno sem base não é jogado direto no código.
18 arenas de chefe fecham os módulos. Funciona como avaliação: só passa quem aplica o que viu nas fases anteriores.
Pampa, Cerrado, Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga e Pantanal, com criaturas do nosso folclore no lugar de mascote genérico importado.
Depois do primeiro carregamento o jogo roda sem internet. Laboratório com conexão instável ou compartilhada não trava a aula.
Saci, Curupira, Boitatá, Iara, Mula sem Cabeça. O aluno desbloqueia e evolui criaturas do nosso folclore no lugar do mascote genérico importado — e isso conversa direto com o que ele já vê em Língua Portuguesa e História.
A partir do 7º ano. Entrada pela trilha Júnior, que é 100% teoria e lógica antes de qualquer sintaxe.
Itinerário formativo e eletivas de tecnologia. As trilhas intermediárias já pedem raciocínio algorítmico.
Reforço e nivelamento de turmas com bases muito diferentes — cada aluno anda no próprio ritmo.
Atividade que o aluno continua em casa sem ser cobrado, porque ele quer terminar a fase.
Não. Roda no navegador, em qualquer máquina razoavelmente atual. Existe também app Android, se a escola preferir trabalhar em tablet ou no celular do aluno.
Na versão web usada em sala, não — os anúncios existem só no app Android nativo, e o passe PRO os remove. Se a preocupação é essa, a versão de navegador resolve.
Sim, depois do primeiro carregamento. O progresso fica salvo no próprio aparelho. Laboratório com conexão ruim continua dando aula.
Não para aplicar. A teoria é guiada dentro do jogo e a correção de código é automática. O professor media a turma; não precisa corrigir exercício de programação um a um.
Dá pra jogar sem cadastro nenhum — nesse modo tudo fica só no aparelho. O login com conta Google é opcional e serve para sincronizar progresso entre dispositivos. Detalhes na política de privacidade.
Licença por aluno/ano, com orçamento fechado conforme o tamanho da escola e o número de turmas.
É o que a gente recomenda. Turma piloto por um bimestre, com acompanhamento, antes de qualquer decisão maior.
Manda uma mensagem com a série, o número de alunos e quanto tempo de aula você tem por semana. A gente responde com uma proposta concreta — sem apresentação de 40 slides.
Ou escreva direto para nosso e-mail.